ALTERAÇÕES ORAIS DA QUIMIOTERAPIA EM PACIENTES INFANTOJUVENIS COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Lucas Henrique Teófilo de Azevedo Caldas
  • Rebeka Gadelha Ricarte
  • Sâmia Ramos Souza e Souza
  • Júlia dos Santos Vianna Néri
  • Juliana Borges de Lima Dantas

Palavras-chave:

Odontopediatria, Diagnóstico Oral, Quimioterapia, Leucemia Linfoide Aguda

Resumo

Introdução: A Leucemia Linfoide Aguda (LLA) é uma malignidade comum na infância, com representatividade próxima dos 80% entre as leucemias e trata-se do aumento do número de células linfoides imaturas nos órgãos hematopoiéticos. A quimioterapia é o método terapêutico de primeira escolha, o que torna os pacientes susceptíveis a complicações em cavidade oral. Objetivo: Realizar uma revisão de literatura sobre as alterações orais secundárias ao tratamento quimioterápico em pacientes pediátricos portadores de LLA, os respectivos tratamentos e a importância da inserção do cirurgião-dentista como integrante da equipe multidisciplinar. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com buscas nas seguintes bases de dados: Pubmed, SciELO e Google Acadêmico. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre os anos 2000 a 2020, redigidos em inglês, português e espanhol, que abordassem a temática proposta. Um total de 70 publicações foram selecionadas. Resultados: Dentre os agravos bucais em decorrência da quimioterapia, a mucosite oral, que compreende lesões inflamatórias dolorosas, encontra-se em maior evidência. Adicionalmente, a xerostomia, disfagia, disgeusia e infecções oportunistas se manifestam com frequência nesses pacientes. Tais alterações podem ou não ocorrer em associação, ocasionando complicações sistêmicas que afetam diretamente o tempo e intensidade do tratamento, além do aumento dos custos e diminuição da sobrevida desses pacientes. Considerações finais: Diante do exposto, é importante que o cirurgião-dentista integre a equipe multiprofissional de cuidados ao paciente oncopediátrico, visando minimizar o impacto de tais manifestações antes, durante e após a terapia antineoplásica, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida desses pacientes.

Biografia do Autor

Lucas Henrique Teófilo de Azevedo Caldas

Aluno de graduação de odontologia na Faculdade Adventista da Bahia.

Rebeka Gadelha Ricarte

Aluna de graduação de odontologia na Faculdade Adventista da Bahia.

Sâmia Ramos Souza e Souza

Cirurgiã-dentista. Mestre em Odontologia pelo Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic (2014). Universidade Estadual de Feira de Santana- UEFS. Diretora e professora - POS - Instituto de Pos Graduação em Odontologia e Saúde.

Júlia dos Santos Vianna Néri

Cirurgiã-dentista. Mestre em Estomatologia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Odontologia e Saúde pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, Brasil. Professora da Faculdade Adventista da Bahia.

Juliana Borges de Lima Dantas

Cirurgiã-dentista. Mestre em Estomatologia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Processos Interativos dos Órgãos e Sistemas da Universidade Federal da Bahia – UFBA, Brasil.  Professora da Faculdade Adventista da Bahia.

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Publicado

2021-08-10

Como Citar

Henrique Teófilo de Azevedo Caldas, L., Gadelha Ricarte, R., Ramos Souza e Souza , S., dos Santos Vianna Néri, J., & Borges de Lima Dantas, J. (2021). ALTERAÇÕES ORAIS DA QUIMIOTERAPIA EM PACIENTES INFANTOJUVENIS COM LEUCEMIA LINFOIDE AGUDA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Brasileira De Saúde Funcional, 9(1), 133 - 150. Recuperado de https://seer-adventista.com.br/ojs3/index.php/RBSF/article/view/1447